sexta-feira, 27 de junho de 2014
PSB aguarda decisão do PSOL. Vaga de vice está aberta.
No proximo domingo o PSOL promove sua convenção. É quando será decidido se o partido fecha ou não coligação com o PSB. Caso decida pela composição terá o direito a indicar o nome do vice de Camilo Capiberibe.
Sarney será recebido com festa no aeroporto
Uma grande mobilização está sendo feita para levar correligionários, lideranças politicas, comunitárias, eleitores e simpatizantes ao aeroporto de Macapá para receber o senador José Sarney (PMDB), hoje a tarde. Chegada está marcada para 17h. Ao menos três pré-candidatos ao governo estarão lá para receber Sarney: Waldez Góes (PDT), Bruno Mineiro (PT do B) e Jorge Amanajás (PPS).
Bruno Mineiro anuncia alto nivel na campanha
O deputado Bruno Mineiro (PT do B) que será homologado candidato ao governo em convenção que será realizada a partir das 17h no Trem Desportivo Clube disse, hoje, pela manhã que sua campanha será de alto nivel." Não iremos em atacar ninguém. O povo do Amapá está cansado de ver brigas. Nossa campanha será propositiva", afirmou.
Vice de Waldez pode ser Papaléo Paes
O candidato ao governo pelo PDT, Waldez Góes disse, hoje, no programa Tribuna da Cidade que Papaléo Paes (PP) deverá ser o seu vice na chapa majoritária. Confirmação ocorrerá na convenção que será realizada no ginásio do Santa Inês, a partir das 18h.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
PROS FIRME COM BRUNO MINEIRO
Não passou de diabinho a noticia de que o Pros estaria reabrindo conversa com o PSB. O grupo liderado por Francisca Favacho que controla o partido no Amapá está fechado com Bruno Mineiro para governador. Amanha, todos os partidos coligados em torno de Bruno farão convenção conjunta no ginásio do Trem.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Movimento queremista
Em Macapá lideranças politicas de diversas matizes se movimentam no sentido de convencer o senador José Sarney (PMDB-AP) de não abandonar a carreira politica e sair candidato à reeleição. Sarney é aguardado, sexta feira, para a convenção do seu partido. Vários grupos de mobilização estão se organizando para arregimentar um grande numero de pessoas para receber o senador no aeroporto.
Fala-se em mais de 10 mil pessoas que sairiam numa grande carreata pelas ruas da cidade até o ginásio do Santa Inês, local da convenção.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Reforma tributária. Como fazer?
Olimpio Guarany
Pensei muito em escrever sobre a reforma tributária. Já nem sei quantos artigos escrevi sobre o tema, nesses últimos 20 anos. Mas agora que o PROS apareceu pregando a redução de impostos, volto a bater na tecla. Primeiro precisamos entender que quando se fala em Reforma Tributária, pelo próprio termo “reforma” quer dizer mudança da atual estrutura de cobrança de impostos, taxas e contribuições. Mas como será esta Reforma? Pois é. Ai é que a porca torce o rabo. O Sistema tributário brasileiro vai completar 50 anos em 2015. Desde que eu me entendo, antes mesmo de decidir estudar economia, ouço dizer que é preciso baixar os impostos. Na verdade uma reforma tributária ampla como defendem especialistas tem sido quase impossivel. Existe pouca gente remando a favor, mas muita contra. Pouco tempo atrás apareceu um partido politico pregando a proposta de unificar impostos, o chamado imposto unico. Lembro que a primeira reação foi dos municípios. Os prefeitos da época pularam pra dizer que a base de serviços é a que mais cresce no país, e tirar isso dos municipios não seria bom. Aí vem os governadores, que gostam de ter o ICMS na mão como instrumento de incentivo, na verdade, um instrumento de poder. Isso sem falar nas empresas que têm benefícios e não querem perdê-los, mesmo que isso tire eficiência do país."
Outro dia eu ouvi um tributarista dizer que "Somos campeões mundiais em horas gastas para cumprir as obrigações tributárias” , ao destacar sua visita a uma empresa que tinha 6.000 funcionários e 200 trabalhando na área tributária.
Para se ter uma idéia, a carga tributária brasileira, atualmente, representa quase 36% do Produto Interno Bruto. Temos a 14ª maior carga do mundo, à frente do Reino Unido, Estados Unidos e Japão, entretanto, estamos em 85º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano. Isso quer dizer que pagamos muito e recebemos pouco. Além disso, os impostos brasileiros são injustos com a população que mais precisa dos serviços do Estado. O sistema é regressivo e com carga mal distribuída, ou seja, os 10% mais pobres, segundo dados do IPEA, pagam 32,8% da sua renda em impostos, enquanto os 10% mais ricos pagam apenas 22,7%. Dados divulgados no ano passado, revelam que para cada real arrecadado tem um sonegado. Isso quer dizer que a evasão de receita é de 50%. Em outras palavras impostos altos, sonegação alta. Vivemos uma verdadeira desordem tributária. Somente através de uma reforma amplamente discutida, responsável, que atenda os interesses da nação e não de governos ou governantes, será possível promover a redução da carga tributaria, sem comprometer a trajetória de desenvolvimento do Brasil.
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Olimpio Guarany é jornalista, economista, publicitário e professor universitário
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