segunda-feira, 16 de setembro de 2013


Janary 101 anos, Território 70.

Olimpio Guarany

Em 1943 estávamos em plena segunda guerra mundial. Os americanos já haviam montado uma base de apoio, no municipio de Amapá. 
Alegando que aqui era uma área estratégia e precisava interiorizar o desenvolvimento, o então presidente Getulio Vargas, assinou o decreto de criação do Território Federal do Amapá com supervisão direta do poder central. No mesmo ano nomeou o capitão do exército Janary Gentil Nunes, para ser o seu primeiro governador. A posse só ocorreu em 25 de janeiro de 1944, após receber das mãos do governador do Pará todos os bens patrimoniais existentes na região, ainda chamada de Araguari.
Janary marcou a história do Território porque teve a missão de , praticamente, construir tudo. Ainda hoje as marcas de seus 12 anos de governo estão por todos os lados. Janary contou com ajuda significativa da revolução econômica local provocada pela descoberta de manganês em Serra do Navio, o que obrigou a Icomi, empresa responsável pela exploração do manganês, a construir uma gigante infra estrutrura, incluindo o porto e a estrada de ferro,  considerando que o Amapá era desprovido de tudo.
Sozinho não seria capaz de fazer tudo. Para tanto trouxe cabeças pensantes e mão de obra operária do baixo Amazonas e de Belém, e partiu para as obras.
Em seu governo construiu escolas e postos de saúde nos municípios, mandou edificar casas para diretores e funcionários, construiu grupos escolares, entre eles o Barão do Rio Branco; o Ginásio de Macapá, Escola Doméstica (Hoje Escola Estadual Santina Riolli), o Instituto de Educação do Amapá (IETA), o Hospital Geral de Macapá. Investiu no setor primário criando dois pólos de produção, um no Matapi e outro na Fazendinha.
A primeira hidrelétrica, do Paredão, teve o projeto aprovado durante seu governo. Foi ele quem retomou a construção da BR 156 entre Macapá a Clevelandia. Criou a Companhia de Eletricidade do Amapá e da Companhia de Água e Esgotos. 
Na sua gestão desmembrou a antiga vila de Martinica do municipio de Amapá  e criou Oiapoque com status de municipio, nomeando o telegrafista Roque Penafort, seu primeiro prefeito.
Janary tinha fama de ser concentrador, mas era preciso ter mãos firmes para viabilizar, especialmente Macapá, como capital do território. Outra referência era a probidade. Janary era um homem honrado, administrou a coisa pública com seriedade e não deixava que roubassem o erário. Para não influir na eleição do seu irmão Coaracy Nunes, a deputado federal, pediu afastamento do Governo. Mas, foi criticado por ter transferido os negros que moravam na frente da cidade para o distante bairro do Laguinho. No período de setembro a outubro de 1954, foi substituído por Theodoro Arthou, voltando em 1955, e permanecendo até 1956.
Janary Nunes teve grande projeção nacional. Foi presidente da Petrobrás, embaixador do Brasil, na Turquia e deputado federal pelo Amapá.
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Olimpio Guarany é jornalista, economista, publicitário e professor universitario

Janary 101 anos, Território 70.

Olimpio Guarany

Em 1943 estávamos em plena segunda guerra mundial. Os americanos já haviam montado uma base de apoio, no municipio de Amapá. 
Alegando que aqui era uma área estratégia e precisava interiorizar o desenvolvimento, o então presidente Getulio Vargas, assinou o decreto de criação do Território Federal do Amapá com supervisão direta do poder central. No mesmo ano nomeou o capitão do exército Janary Gentil Nunes, para ser o seu primeiro governador. A posse só ocorreu em 25 de janeiro de 1944, após receber das mãos do governador do Pará todos os bens patrimoniais existentes na região, ainda chamada de Araguari.
Janary marcou a história do Território porque teve a missão de , praticamente, construir tudo. Ainda hoje as marcas de seus 12 anos de governo estão por todos os lados. Janary contou com ajuda significativa da revolução econômica local provocada pela descoberta de manganês em Serra do Navio, o que obrigou a Icomi, empresa responsável pela exploração do manganês, a construir uma gigante infra estrutrura, incluindo o porto e a estrada de ferro,  considerando que o Amapá era desprovido de tudo.
Sozinho não seria capaz de fazer tudo. Para tanto trouxe cabeças pensantes e mão de obra operária do baixo Amazonas e de Belém, e partiu para as obras.
Em seu governo construiu escolas e postos de saúde nos municípios, mandou edificar casas para diretores e funcionários, construiu grupos escolares, entre eles o Barão do Rio Branco; o Ginásio de Macapá, Escola Doméstica (Hoje Escola Estadual Santina Riolli), o Instituto de Educação do Amapá (IETA), o Hospital Geral de Macapá. Investiu no setor primário criando dois pólos de produção, um no Matapi e outro na Fazendinha.
A primeira hidrelétrica, do Paredão, teve o projeto aprovado durante seu governo. Foi ele quem retomou a construção da BR 156 entre Macapá a Clevelandia. Criou a Companhia de Eletricidade do Amapá e da Companhia de Água e Esgotos. 
Na sua gestão desmembrou a antiga vila de Martinica do municipio de Amapá  e criou Oiapoque com status de municipio, nomeando o telegrafista Roque Penafort, seu primeiro prefeito.
Janary tinha fama de ser concentrador, mas era preciso ter mãos firmes para viabilizar, especialmente Macapá, como capital do território. Outra referência era a probidade. Janary era um homem honrado, administrou a coisa pública com seriedade e não deixava que roubassem o erário. Para não influir na eleição do seu irmão Coaracy Nunes, a deputado federal, pediu afastamento do Governo. Mas, foi criticado por ter transferido os negros que moravam na frente da cidade para o distante bairro do Laguinho. No período de setembro a outubro de 1954, foi substituído por Theodoro Arthou, voltando em 1955, e permanecendo até 1956.
Janary Nunes teve grande projeção nacional. Foi presidente da Petrobrás, embaixador do Brasil, na Turquia e deputado federal pelo Amapá.
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Olimpio Guarany é jornalista, economista, publicitário e professor universitario

Janary 101 anos, Território 70.

Olimpio Guarany

Em 1943 estávamos em plena segunda guerra mundial. Os americanos já haviam montado uma base de apoio, no municipio de Amapá. 
Alegando que aqui era uma área estratégia e precisava interiorizar o desenvolvimento, o então presidente Getulio Vargas, assinou o decreto de criação do Território Federal do Amapá com supervisão direta do poder central. No mesmo ano nomeou o capitão do exército Janary Gentil Nunes, para ser o seu primeiro governador. A posse só ocorreu em 25 de janeiro de 1944, após receber das mãos do governador do Pará todos os bens patrimoniais existentes na região, ainda chamada de Araguari.
Janary marcou a história do Território porque teve a missão de , praticamente, construir tudo. Ainda hoje as marcas de seus 12 anos de governo estão por todos os lados. Janary contou com ajuda significativa da revolução econômica local provocada pela descoberta de manganês em Serra do Navio, o que obrigou a Icomi, empresa responsável pela exploração do manganês, a construir uma gigante infra estrutrura, incluindo o porto e a estrada de ferro,  considerando que o Amapá era desprovido de tudo.
Sozinho não seria capaz de fazer tudo. Para tanto trouxe cabeças pensantes e mão de obra operária do baixo Amazonas e de Belém, e partiu para as obras.
Em seu governo construiu escolas e postos de saúde nos municípios, mandou edificar casas para diretores e funcionários, construiu grupos escolares, entre eles o Barão do Rio Branco; o Ginásio de Macapá, Escola Doméstica (Hoje Escola Estadual Santina Riolli), o Instituto de Educação do Amapá (IETA), o Hospital Geral de Macapá. Investiu no setor primário criando dois pólos de produção, um no Matapi e outro na Fazendinha.
A primeira hidrelétrica, do Paredão, teve o projeto aprovado durante seu governo. Foi ele quem retomou a construção da BR 156 entre Macapá a Clevelandia. Criou a Companhia de Eletricidade do Amapá e da Companhia de Água e Esgotos. 
Na sua gestão desmembrou a antiga vila de Martinica do municipio de Amapá  e criou Oiapoque com status de municipio, nomeando o telegrafista Roque Penafort, seu primeiro prefeito.
Janary tinha fama de ser concentrador, mas era preciso ter mãos firmes para viabilizar, especialmente Macapá, como capital do território. Outra referência era a probidade. Janary era um homem honrado, administrou a coisa pública com seriedade e não deixava que roubassem o erário. Para não influir na eleição do seu irmão Coaracy Nunes, a deputado federal, pediu afastamento do Governo. Mas, foi criticado por ter transferido os negros que moravam na frente da cidade para o distante bairro do Laguinho. No período de setembro a outubro de 1954, foi substituído por Theodoro Arthou, voltando em 1955, e permanecendo até 1956.
Janary Nunes teve grande projeção nacional. Foi presidente da Petrobrás, embaixador do Brasil, na Turquia e deputado federal pelo Amapá.
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Olimpio Guarany é jornalista, economista, publicitário e professor universitario

Janary 101 anos, Território 70.

Olimpio Guarany

Em 1943 estávamos em plena segunda guerra mundial. Os americanos já haviam montado uma base de apoio, no municipio de Amapá. 
Alegando que aqui era uma área estratégia e precisava interiorizar o desenvolvimento, o então presidente Getulio Vargas, assinou o decreto de criação do Território Federal do Amapá com supervisão direta do poder central. No mesmo ano nomeou o capitão do exército Janary Gentil Nunes, para ser o seu primeiro governador. A posse só ocorreu em 25 de janeiro de 1944, após receber das mãos do governador do Pará todos os bens patrimoniais existentes na região, ainda chamada de Araguari.
Janary marcou a história do Território porque teve a missão de , praticamente, construir tudo. Ainda hoje as marcas de seus 12 anos de governo estão por todos os lados. Janary contou com ajuda significativa da revolução econômica local provocada pela descoberta de manganês em Serra do Navio, o que obrigou a Icomi, empresa responsável pela exploração do manganês, a construir uma gigante infra estrutrura, incluindo o porto e a estrada de ferro,  considerando que o Amapá era desprovido de tudo.
Sozinho não seria capaz de fazer tudo. Para tanto trouxe cabeças pensantes e mão de obra operária do baixo Amazonas e de Belém, e partiu para as obras.
Em seu governo construiu escolas e postos de saúde nos municípios, mandou edificar casas para diretores e funcionários, construiu grupos escolares, entre eles o Barão do Rio Branco; o Ginásio de Macapá, Escola Doméstica (Hoje Escola Estadual Santina Riolli), o Instituto de Educação do Amapá (IETA), o Hospital Geral de Macapá. Investiu no setor primário criando dois pólos de produção, um no Matapi e outro na Fazendinha.
A primeira hidrelétrica, do Paredão, teve o projeto aprovado durante seu governo. Foi ele quem retomou a construção da BR 156 entre Macapá a Clevelandia. Criou a Companhia de Eletricidade do Amapá e da Companhia de Água e Esgotos. 
Na sua gestão desmembrou a antiga vila de Martinica do municipio de Amapá  e criou Oiapoque com status de municipio, nomeando o telegrafista Roque Penafort, seu primeiro prefeito.
Janary tinha fama de ser concentrador, mas era preciso ter mãos firmes para viabilizar, especialmente Macapá, como capital do território. Outra referência era a probidade. Janary era um homem honrado, administrou a coisa pública com seriedade e não deixava que roubassem o erário. Para não influir na eleição do seu irmão Coaracy Nunes, a deputado federal, pediu afastamento do Governo. Mas, foi criticado por ter transferido os negros que moravam na frente da cidade para o distante bairro do Laguinho. No período de setembro a outubro de 1954, foi substituído por Theodoro Arthou, voltando em 1955, e permanecendo até 1956.
Janary Nunes teve grande projeção nacional. Foi presidente da Petrobrás, embaixador do Brasil, na Turquia e deputado federal pelo Amapá.
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Olimpio Guarany é jornalista, economista, publicitário e professor universitario

Janary 101 anos, Território 70.

Olimpio Guarany

Em 1943 estávamos em plena segunda guerra mundial. Os americanos já haviam montado uma base de apoio, no municipio de Amapá. 
Alegando que aqui era uma área estratégia e precisava interiorizar o desenvolvimento, o então presidente Getulio Vargas, assinou o decreto de criação do Território Federal do Amapá com supervisão direta do poder central. No mesmo ano nomeou o capitão do exército Janary Gentil Nunes, para ser o seu primeiro governador. A posse só ocorreu em 25 de janeiro de 1944, após receber das mãos do governador do Pará todos os bens patrimoniais existentes na região, ainda chamada de Araguari.
Janary marcou a história do Território porque teve a missão de , praticamente, construir tudo. Ainda hoje as marcas de seus 12 anos de governo estão por todos os lados. Janary contou com ajuda significativa da revolução econômica local provocada pela descoberta de manganês em Serra do Navio, o que obrigou a Icomi, empresa responsável pela exploração do manganês, a construir uma gigante infra estrutrura, incluindo o porto e a estrada de ferro,  considerando que o Amapá era desprovido de tudo.
Sozinho não seria capaz de fazer tudo. Para tanto trouxe cabeças pensantes e mão de obra operária do baixo Amazonas e de Belém, e partiu para as obras.
Em seu governo construiu escolas e postos de saúde nos municípios, mandou edificar casas para diretores e funcionários, construiu grupos escolares, entre eles o Barão do Rio Branco; o Ginásio de Macapá, Escola Doméstica (Hoje Escola Estadual Santina Riolli), o Instituto de Educação do Amapá (IETA), o Hospital Geral de Macapá. Investiu no setor primário criando dois pólos de produção, um no Matapi e outro na Fazendinha.
A primeira hidrelétrica, do Paredão, teve o projeto aprovado durante seu governo. Foi ele quem retomou a construção da BR 156 entre Macapá a Clevelandia. Criou a Companhia de Eletricidade do Amapá e da Companhia de Água e Esgotos. 
Na sua gestão desmembrou a antiga vila de Martinica do municipio de Amapá  e criou Oiapoque com status de municipio, nomeando o telegrafista Roque Penafort, seu primeiro prefeito.
Janary tinha fama de ser concentrador, mas era preciso ter mãos firmes para viabilizar, especialmente Macapá, como capital do território. Outra referência era a probidade. Janary era um homem honrado, administrou a coisa pública com seriedade e não deixava que roubassem o erário. Para não influir na eleição do seu irmão Coaracy Nunes, a deputado federal, pediu afastamento do Governo. Mas, foi criticado por ter transferido os negros que moravam na frente da cidade para o distante bairro do Laguinho. No período de setembro a outubro de 1954, foi substituído por Theodoro Arthou, voltando em 1955, e permanecendo até 1956.
Janary Nunes teve grande projeção nacional. Foi presidente da Petrobrás, embaixador do Brasil, na Turquia e deputado federal pelo Amapá.
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Olimpio Guarany é jornalista, economista, publicitário e professor universitario

Janary 101 anos, Território 70.

Olimpio Guarany

Em 1943 estávamos em plena segunda guerra mundial. Os americanos já haviam montado uma base de apoio, no municipio de Amapá. 
Alegando que aqui era uma área estratégia e precisava interiorizar o desenvolvimento, o então presidente Getulio Vargas, assinou o decreto de criação do Território Federal do Amapá com supervisão direta do poder central. No mesmo ano nomeou o capitão do exército Janary Gentil Nunes, para ser o seu primeiro governador. A posse só ocorreu em 25 de janeiro de 1944, após receber das mãos do governador do Pará todos os bens patrimoniais existentes na região, ainda chamada de Araguari.
Janary marcou a história do Território porque teve a missão de , praticamente, construir tudo. Ainda hoje as marcas de seus 12 anos de governo estão por todos os lados. Janary contou com ajuda significativa da revolução econômica local provocada pela descoberta de manganês em Serra do Navio, o que obrigou a Icomi, empresa responsável pela exploração do manganês, a construir uma gigante infra estrutrura, incluindo o porto e a estrada de ferro,  considerando que o Amapá era desprovido de tudo.
Sozinho não seria capaz de fazer tudo. Para tanto trouxe cabeças pensantes e mão de obra operária do baixo Amazonas e de Belém, e partiu para as obras.
Em seu governo construiu escolas e postos de saúde nos municípios, mandou edificar casas para diretores e funcionários, construiu grupos escolares, entre eles o Barão do Rio Branco; o Ginásio de Macapá, Escola Doméstica (Hoje Escola Estadual Santina Riolli), o Instituto de Educação do Amapá (IETA), o Hospital Geral de Macapá. Investiu no setor primário criando dois pólos de produção, um no Matapi e outro na Fazendinha.
A primeira hidrelétrica, do Paredão, teve o projeto aprovado durante seu governo. Foi ele quem retomou a construção da BR 156 entre Macapá a Clevelandia. Criou a Companhia de Eletricidade do Amapá e da Companhia de Água e Esgotos. 
Na sua gestão desmembrou a antiga vila de Martinica do municipio de Amapá  e criou Oiapoque com status de municipio, nomeando o telegrafista Roque Penafort, seu primeiro prefeito.
Janary tinha fama de ser concentrador, mas era preciso ter mãos firmes para viabilizar, especialmente Macapá, como capital do território. Outra referência era a probidade. Janary era um homem honrado, administrou a coisa pública com seriedade e não deixava que roubassem o erário. Para não influir na eleição do seu irmão Coaracy Nunes, a deputado federal, pediu afastamento do Governo. Mas, foi criticado por ter transferido os negros que moravam na frente da cidade para o distante bairro do Laguinho. No período de setembro a outubro de 1954, foi substituído por Theodoro Arthou, voltando em 1955, e permanecendo até 1956.
Janary Nunes teve grande projeção nacional. Foi presidente da Petrobrás, embaixador do Brasil, na Turquia e deputado federal pelo Amapá.
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Olimpio Guarany é jornalista, economista, publicitário e professor universitario

NOTAS DA COLUNA OLIMPIO GUARANY ESCREVE, EM A GAZETA 15 e 16/09/2013



Sucessão estadual I  

Em tempos de pré-campanha, Lucas Barreto (PSD) movimenta sua base politica. Durante todo o dia de ontem ele reuniu simpatizantes, militantes e novos filiados que movimentaram o QG politico localizado no Marco Zero. Entre discursos, abraços, conversas ao pé do ouvido, visita de lideranças de outros partido, Lucas abonou ficha dos novos filiados.

Sucessão estadual II

Enquanto Lucas trabalhava na capital, Waldez Góes (PDT) Jorge Amanajás (PPS) e Gilvam Borges (PMDB) levaram o que eles estão chamando de “A Caravana do Desenvolvimento” para a região da AP 070. Ontem e hoje visitam Cutias e Itaubal. Estão reunindo com lideranças locais e visitando as comunidades.

Eleições 2014 

No próximo dia 25, o PPS promove um encontro de lideranças com os filiados e simpatizantes. Segundo o presidente estadual, Allan Sales, o evento servirá para apresentar as lideranças do partido, entre elas Jorge Amanajás, pré-candidato ao governo, e alguns pré-candidatos a cargos proporcionais. Vai criar um fato politico para ganhar espaço na midia. É uma boa estratégia.

Rumo ao Panamá

Por outro lado,o governador  Camilo Capiberibe (PSB) enche um avião e leva parlamentares, secretários, o prefeito de Santana Robson Rocha (PTB), papagaio, periquito para uma viagem ao Panamá. Um dos objetivos é conhecer o porto daquele país, um dos mais importantes do mundo, onde está o canal que liga o Caribe-Atlântico ao Pacifico.

No Amapá

Quando a embaixadora do Panamá veio conhecer o porto de Santana, convidada pelo então presidente das Docas de Santana, Riano Valente, trouxe apenas sua secretária e o presidente do Porto do Panamá. A visita ocorreu após um Seminário sobre o sistema aquaviário brasileiro, em Fortaleza, em 2012.

Virando o jogo

O PSOL do Amapá, liderado pelo senador Randolfe Rodrigues e pelo prefeito Clécio Luis, fez a diferença entre as plenárias de todo o Brasil para a escolha dos delegados estaduais ao Congresso Nacional do partido que será realizado em Brasilia ainda este ano. 

Cacife ( Foto Randolfe)

Randolfe Rodrigues retorna a Brasilia, nesta segunda feira, levando na bagagem o maior número de delegados do Brasil, 33 a mais do que a corrente liderada por Luciana Genro do Rio Grade do Sul e Heloisa Helena de Alagoas. Isso quer dizer que se ele decidir ser o candidato do partido a presidência da República, nada o atrapalha.

Placas de sinalização

Está na hora da presidente da CTMac dar uma voltinha pela cidade. O que tem de placa, da sinalização vertical, danificada não está no gibi.  Quem vai no sentido do centro para Fazendinha pela rodovia JK, por exemplo,  pode contabilizar, ao menos,  oito placas que foram retiradas, estão danificadas ou simplesmente penduradas. Umas por ação de vândalos, outras porque foram mal colocadas.

Rotatória da discórdia

O governo do estado, através da Setrap, entrou no circuito para melhorar a trafegabilidade na região da rotatória do conjunto Embrapa. Iniciou as obras de alargamento da pista no sentido Centro-Fazendinha, mas esqueceu de mandar tirar os postes da CEA.

Furlan ( Foto Furlan) 

O jovem deputado Antonio Furlan (PTB), médico especialista em cirurgia cardíaca, disse que não recebeu convite para assumir a secretaria de Saude. Seu objetivo é trabalhar, ganhar a confiança do eleitor, se reeleger para consolidar sua base politica.

Audiência publica

Na próxima quinta feira, a Assembléia Legislativa promoverá audiência pública para discutir a situação do Hospital Metropolitano, na Zona Norte. A iniciativa é do deputado Antonio Furlan (PTB) que convidou o prefeito Cécio Luis (PSOL) para participar. O hospital deveria ser construido com recursos do governo federal e contra partida do municipio, mas já está há anos com as obras paralisadas. 

Aeroporto

Previsto para ser entregue em 2006, o aeroporto internacional de Macapá continua com as obras paradas. Pior é que não se tem uma previsão da retomada. Parece até que o  “puxadinho”  “casca de ovo” que a Infraero mandou fazer foi só para engabelar. 

Solidariedade

Se aprovado pelo TSE, o Partido da Solidariedade, criado por Paulinho da Força, poderá ter Sebastião Bala, hoje no PDT, como presidente estadual, no Amapá. Mas há quem diga que o deputado hesita em deixar o PDT com medo de perder a militância do partido que o elegeu.

O segredo da pessoa feliz - Artigo

Dom Pedro José Conti Bispo de Macapá Muito anos atrás, num lugar que pode ser o nosso, também, vivia uma pessoa muito feliz. Cert...